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Publicidade infantil.

No mês da criança, a Café vem chamar atenção de algo que muitas vezes passa despercebido, mas tem grande importância. Você já parou para pensar na influência da propaganda no público infantil?

Nos últimos anos, a propaganda para crianças sofreu muitas mudanças visando à segurança desse público. Em 2006, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estabeleceu regras restritivas para este tipo de publicidade. Estas regras vetam principalmente o apelo imperativo, frases como “compre isso” ou “peça tal coisa aos seus pais” foram censuradas. Isso mesmo, os bordões clássicos da publicidade “compre Batom” e “não se esqueça da minha Caloi” podem ter marcado a infância de muitos, mas atualmente seriam totalmente vetadas.

O código proíbe também o incentivo ao consumo excessivo de alimentos com baixo teor nutritivo e a desvalorização dos pais e educadores. Também são proibidas abordagens agressivas, desafios, incentivo ao consumo excessivo e frases que provocam constrangimento, como no outro clássico publicitário “Eu tenho, você não tem”. De acordo com o estudo, as campanhas mais penalizadas foram as de roupas infantis e de bonecas; e os dois anunciantes mais penalizados foram o canal de televisão Cartoon Network e a empresa de fast food Giraffas.

Então, se você tem uma empresa e for fazer uma propaganda voltada para o público infantil, faça com consciência! Esse tipo de propaganda é tão importante quanto às outras, mas merece atenção em dobro na hora de ser produzida. Além da chance de ser penalizada, caso sua empresa descumpra as regras vigentes do Conar, ela pode acabar influenciando a criança ao consumo excessivo, por exemplo. Cuidado nunca é demais na hora de produzir uma propaganda para o público infantil.

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